Não posso mais fechar os olhos e fingir que você não partiu.
Nem, tampouco, guardar as cartas devolvidas que você nunca abriu.
Quantas vezes mais aguardarei na janela?
Quantas velas mais, já se queimaram tantas velas.
Eu já quis ser forte e aceitar os fatos.
Mas, só choro e choro e chorar é para os fracos!
Da fraqueza que tenho e, é tudo o que me restou.
Do quarto onde esteve, do mesmo que estou.
Tanta falta é castigo, demasiada doença.
Mas, hoje não mais importa, não faz diferença!
Não te tenho mais!
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